quinta-feira, 5 de agosto de 2010

06/08 "Uma noite em Claro" - Teatro Rviver- 14H e 20H


Esta obra conta a história de Morpheu, um cidadão comum que regressa à sua casa após um dia intenso. Seu único objetivo é ter uma noite tranqüila, dormir profundamente. Contudo, esta não será uma noite qualquer, uma vez que diversas situações inesperadas perturbarão seu sono constantemente.

“Uma Noite em Claro” é um espetáculo de teatro de bonecos inspirado no gênero do desenho animado clássico e tem como referência os desenhos norte- americanos das décadas de 30 a 50 (Perna Longa, Popeye, Looney Toones, Super Mouse, Tom e Jerry, etc...).



Diretor, Dramaturgo e Ator-manipulador: Rafael Curci
Técnica: Títeres de mesa, manipulação direta, teatro de sombras e espetáculo musical sem texto
Duração: 40min
Faixa Etária: Livre, recomendável para toda família

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

05/08 "O Menino que Ganhou uma Boneca" - Teatro Reviver - 21H


Sinopse:

"O menino que ganhou uma boneca” é um espetáculo que conta a história de Paulinho, um garoto que ganha de presente na sua festa de cinco anos, uma boneca. O pacote estava misturado entre os outros presentes e ninguém assume a autoria. O garoto gosta da boneca, mas se vê numa situação constrangedora diante dos amiguinhos.
No decorrer do espetáculo, que é uma mistura de atores e fantoches, Paulinho passa a observar as situações do cotidiano e começa a levantar alguns questionamentos como: porquê menino não pode brincar de boneca? E vai descobrindo que os brinquedos são um treinamento para a vida adulta e que a boneca é uma ferramenta para se exercitar a paternidade.

Classificação: livre

terça-feira, 3 de agosto de 2010

05/08 - "Ópera de carvão e flor" - Teatro Barracão - 14H e 20H


Trabalho infantil é tema de musical da Companhia Teatro Filhos da Lua

Buscando a reflexão sobre os direitos das crianças em sonhar e viver, esta nova produção da Cia Teatro Filhos da Lua é fruto da indignação frente à situação de trabalho à que muitas crianças hoje estão condicionadas no campo e nas cidades brasileiras. Para abordar o tema, o grupo optou em fazer um musical alegre e dinâmico que utiliza: atores cantores, música ao vivo e bonecos de animação direta.
No processo de criação, realizado no primeiro semestre de 2008, a companhia visitou e pesquisou projetos sociais como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, o PETI de Curitiba - PR.
O espetáculo foi contemplado com o edital de Formas Animadas da Fundação Cultural de Curitiba, e teve estréia em agosto de 2008 no Teatro do Piá e fez temporada em 2009 em vários espaços de Curitiba. A obra atende a qualquer faixa etária.

Ficha técnica do espetáculo:
Texto, direção e confecção de bonecos: Renato Perré
Composição e direção musical: Candiê Marques
Intérpretes: Carolina Maia, Manchinha, Candiê Marques e Renato perré
Figurinos e adereços: Claudia Gutierrez Santana
Cenografia: Kátia Horn
Cenotécnica: Henrique Horn
Assessoria de imprensa: Natu Marques
Produção –Cia. Teatro Filhos da Lua
Contato: 41 3232 40 25 ou 41 9909 39 96 (Renato Perré)
WWW.teatrofilhosdalua.com ou contato@teatrofilhosdalua.com

04/08 "Zoo-ilógico" - Teatro Barracão - 14H e 20H


Zôo-Ilógico traz para os palcos uma idéia aparentemente simples, mas de fundamental importância para as crianças: o estímulo ao processo criativo, à invenção e à criação de novos referenciais imaginários. A partir de simples objetos do cotidiano, desfilam pela cena mais de uma dezena de divertidas e inusitadas criaturas animadas.

Tudo começa quando dois amigos resolvem fazer um piquenique no Zoológico. Ao encontrarem as portas do parque fechadas, não se intimidarão em criar, com muita criatividade e um certo non-sense, o seu zoológico particular, em que bichos serão feitos de pratos, panos, garrafas, talheres e tudo o mais que estiver ao alcance de suas mãos. As nada comuns criaturas viverão situações cômicas ou poéticas. Estará criado o Zôo-ilógico, possível na imaginação de todos. E aberto, sempre!
SITE : http://www.truks.com.br/espet_zoo.php

04/08 - "O Rei que ficou Cego" - Teatro da UEM - 14H e 21H


O REI QUE FICOU CEGO - RELEASE:
Conta as aventuras de um jovem príncipe que busca a cura da cegueira de seu pai, enfrentando diversos desafios na luta para atingir seu objetivo.

•Autor: Ricardo Azevedo (Armazem do Folclore - Editora Ática)
•Adaptação e criação: Marcello Andrade dos Santos e Sônia Viegas.
•Trilha: Ulisses Galeto e Grace Torres.
•Técnica: sombras chinesas.

Cia : Karagozwk
SITE: http://www.karagozwk.com.br/

03/08 "Menino vou te contar..." - Teatro Barracão - 14H e 20H


História
A história se desenvolve através da jornada de dois cantadores populares que viajam pelo interior do estado em busca da desaparecida Gralha Azul, ave símbolo do Paraná, quase extinta, juntamente com a mata de Araucária, seu habitat natural. A viagem percorre os cantos de trabalho, através da cena que fala da cultura tradicional do milho e da fabricação do fubá; passa pelo fandango do litoral paranaense, vivo ainda na sua forma típica em Paranaguá, Guaraqueçaba e na Ilha de Superagui; passa pela deliciosa receita do barreado, prato típico do litoral, através da bem humorada canção de Inami Custódio Pinto; realiza um passeio pelas cantigas de roda, que têm vários pontos em comum em todo o território brasileiro, mas são apresentadas com riqueza de detalhes típicos do Paraná e finalmente traz para o palco as canções de Nhô Belarmino e Nhá Gabriela.
A GRALHA AZUL
Ave símbolo do Paraná, a Gralha Azul, segundo estudos, serve aos propósitos de disseminação dos pinheirais. Apreciadora do pinhão, para descascá-lo usa seu bico e martela o fruto. Muitas vezes o pinhão lhe escapa e cai entre a vegetação. Se encontra um lugar apropriado, a semente germina e surge um novo pinheiro. O nascimento também ocorre através da armazenagem do pinhão, debaixo da terra, feito pelo pássaro. A cena é inspirada nestes fatos, ambientada pela música de Inami Custódio Pinto e realizada com bonecos e adereços diversos.
CAIPIRAS
Uma dupla caipira (bonecos) caminha pelo estado procurando a Gralha Azul. Na sua trajetória deparam com as manifestações populares de cada local que visitam.
NHO BELARMINO E NHÁ GABRIELA
Talvez a dupla mais famosa da música paranaense de todos os tempos. Neste quadro apresentam um de seus grandes sucessos da época, “Paranaguá”.
BARREADO
Prato típico servido nas festas do fandango, especialmente durante o carnaval. Inspirado na tradição deste prato, Inami fez uma canção, que mostra, inclusive, a receita para a preparação de um bom barreado. A cena reproduz deste conteúdo, com muito humor e com a utilização de atores e bonecos.
BOI DE MAMÃO
Manifestação praticamente extinta no Paraná. Algumas tentativas de restauração acontecem atualmente em Paranaguá, principalmente. No espetáculo enfocamos alguns momentos do “Boi”: a balainha e cenas do boi, do cavalinho e da bernunça. Bonecos e atores.
FANDANGO
Ritmo característico do litoral sul do Brasil. Festa típica de caboclos e pescadores, esta cena apresenta algumas marcas e coreografias características, com ênfase ao sapateado forte, com a utilização de tamancos. Atores e bonecos.
CANTIGAS DE RODA
Seqüência de tradicionais cantigas de roda, com características melódicas e de letras, como eram cantadas e brincadas pelo interior há muitos anos. Realizada com uma marionete violeira, de fios e Homem Palco.
CUÁ FUBÁ
Cena enfocando o “canto de trabalho”, realizada com bonecos e atores.
AS MOCINHAS DA CIDADE
Encerramento com Nho Belarmino e Nhá Gabriela, apresentando o seu maior sucesso, que sobrevive até os dias de hoje.

Ficha Técnica
• DIREÇÃO: Manoel Kobachuk
• PESQUISA: Manoel Kobachuk, Edson Naindorf
• PRODUÇÃO: Neiva Figueiredo
• CENOGRAFIA: Edson Naindorf
• ELENCO: Bernardo Kobachuk, Luis Alejandro
• FIGURINOS: Mércia Naindorf
• BONECOS: Manoel Kobachuk, Jorge Miyashiro, Edson Naindorf
• CENOTÉCNICO: Edson Naindorf

03/08 "Tropeço" - Teatro da UEM - 14 H e 21H


Tropeço quer dar vida ao simples. Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras, porém cria-se um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

Concepção Cênica
Tropeço é parte de uma pesquisa em dramaturgia física, a fragmentação de parte do corpo que ganha personalidade através do movimento.
Essa linguagem é continuidade e junção dos trabalhos corporais desenvolvidos pelos integrantes nas áreas de teatro, dança contemporânea, mímica e teatro de formas animadas. Sob auto-direção, toda a estrutura cênica foi concebida com simplicidade de modo a valorizar os movimentos das personagens, pois todo o roteiro é compreendido através de suas ações e onomatopéias, sem a utilização de palavras.
Tropeço pretende estimular a imaginação do espectador ao recriar na visão de duas mãos a imagem de um ser inteiro. Tratar a velhice de forma não convencional através de uma dramaturgia aberta na qual o espectador faz sua própria leitura.

Ficha Técnica
Linguagem
Teatro de Animação

Duração
35 minutos

Iluminação
Velas

Classificação
14 anos

Concepção e atuação
Katiane Negrão e Dico Ferreira

Colaboração dramatúrgica
Juliana Capilé

Produção e Figurino
Luciana Falcon